quarta-feira, 7 de abril de 2010

acróstico a rodolfo e as agruras da alma feminina

assim fingi que dormi
eu, rosa, entrei
dizendo: acorda, meu príncipe
não vê eu aqui?
sou teu noivo querido
que nunca te despresou.

o príncipe estava acordado
dei-lhe um aperto de mão
quando amanheceu o dia
fiz a reunião,
com ele como rainha
botando-o em confissão.

rosto flor vivaz, feliz,
onde achou-se meu esposo
dentro do reino de giz
onde o povo era lamurioso
louvando meu rei amado
forte, querido, adorado
o grande príncipe formoso.

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não sou poeta maldito, mas amaldiçoo todos os que lerem e não comentarem [risos] calma, podem comentar a vontade